Todos santos para Deus,
mal sabem nestes cantos,
pecados meus e teus.
Santos não sabem,
erros e pecados que ,
ele também cometeu.
Os santos malfazem,
pela cobiçada cabeça
da razão cega, insignificante,
que o Grande cego dá e deu.
Deus, sabes mal...
“Mal porquê?”
Por te achares único,
sendo igual, humanamente.
Cego, ora pois, pois
não sabe aquilo que vê.
Os santos e o Deus,
teêm mesma visão
a não ser própria razão,
utópica, todos querem a sua.
Humanamente,
insignificantemente,
egocentricamente,
todos cegam,
atingivelmente,
do costume que lhes
mente, utópicamente.
O costume da procura,
que é razão cega,
que todos têem e não
têem, por ser egoista.
A razão é a carne,
do pecado neste santuário.
Que todos procuram
sem olhos de moral,
cegamente.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
A Vida do Senso da Imaginação.
Fechava os olhos
em mantos verdes.
Raios amarelos,
de Sois grandes.
Uso palavras fortes,
e em imagens ficam.
Quero que imagines,
a palavra "Imaginem"?
Conseguem ouvintes?,
De palavras que ditam
aquilo que lêem e ouvem.
De olhos que fecharam,
depois de pensarem.
Em imaginar antes.
Imagina a rotina,
que mata e que dá.
A mudança repentina,
que empata e te dá vida.
A rotina mata,
mas dá hábito
A mudança tira-os
de súbito.
Ouves o que lês,
imaginas o mesmo?
Limites e limites,
Mudar e mudar?
Aceitar e aceitar.
Se nada do avesso virar.
Amiga e inimiga.
Impostora de limites,
impostos de aceitação,
por medo da perdição,
de algo na rotina,
tido
de algo na mudança,
adquirido.
Agora ouves,lês
e imaginas...
Percebes o mesmo?
Próprio senso comum,
que guia-te no poema.
Imaginas algum?
Percebes algum?
Ouves algum?
Algum, o quê?
Pensamento incomum?
Faz sentido? Faz,
é senso comum.
Abria os olhos,
contrariado,
uma vez mais.
Mas satisfeito,
com o gozo dado,
de imaginar,
de perceber,
de ouvir,
que todos diferentes,
por vezes,
fazemos igual.
em mantos verdes.
Raios amarelos,
de Sois grandes.
Uso palavras fortes,
e em imagens ficam.
Quero que imagines,
a palavra "Imaginem"?
Conseguem ouvintes?,
De palavras que ditam
aquilo que lêem e ouvem.
De olhos que fecharam,
depois de pensarem.
Em imaginar antes.
Imagina a rotina,
que mata e que dá.
A mudança repentina,
que empata e te dá vida.
A rotina mata,
mas dá hábito
A mudança tira-os
de súbito.
Ouves o que lês,
imaginas o mesmo?
Limites e limites,
Mudar e mudar?
Aceitar e aceitar.
Se nada do avesso virar.
Amiga e inimiga.
Impostora de limites,
impostos de aceitação,
por medo da perdição,
de algo na rotina,
tido
de algo na mudança,
adquirido.
Agora ouves,lês
e imaginas...
Percebes o mesmo?
Próprio senso comum,
que guia-te no poema.
Imaginas algum?
Percebes algum?
Ouves algum?
Algum, o quê?
Pensamento incomum?
Faz sentido? Faz,
é senso comum.
Abria os olhos,
contrariado,
uma vez mais.
Mas satisfeito,
com o gozo dado,
de imaginar,
de perceber,
de ouvir,
que todos diferentes,
por vezes,
fazemos igual.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Através
Fecho os olhos,
e não te ouço,
mas vejo imagem tua.
Ouço a tua voz,
quando não te vejo.
Sempre atordoaste,
os meus sentidos
mesmo longe recordas-te,
de como fazê-lo.
O tempo passa,
passa, passa,
e passa...
No inicio era eu,
poder que fora meu.
Agora tens poder roubado,
de a mim me deixar estonteado.
O tempo passou,
passou, passou
e conheci-te.
Levas um pé á frente.
Não faz mal, agora,
pois através de ti,
vejo a qualquer hora.
Conheci-te sempre
de pé á minha frente.
Pelo menos pensavas,
que a mim me levavas.
Sempre te deixei pensar
na fictícia vantagem.
Nunca a tiveste, nem eu.
Vi-te na paragem,
através da transparência.
Aquela que me deixou
ver através de ti...
Sempre.
Já te vi.
Agora vejo-te.
E o tempo passa.
e não te ouço,
mas vejo imagem tua.
Ouço a tua voz,
quando não te vejo.
Sempre atordoaste,
os meus sentidos
mesmo longe recordas-te,
de como fazê-lo.
O tempo passa,
passa, passa,
e passa...
No inicio era eu,
poder que fora meu.
Agora tens poder roubado,
de a mim me deixar estonteado.
O tempo passou,
passou, passou
e conheci-te.
Levas um pé á frente.
Não faz mal, agora,
pois através de ti,
vejo a qualquer hora.
Conheci-te sempre
de pé á minha frente.
Pelo menos pensavas,
que a mim me levavas.
Sempre te deixei pensar
na fictícia vantagem.
Nunca a tiveste, nem eu.
Vi-te na paragem,
através da transparência.
Aquela que me deixou
ver através de ti...
Sempre.
Já te vi.
Agora vejo-te.
E o tempo passa.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Mares, Dias e Noites...
Pé assente no chão,
fora do mar de sonhos.
Abro as cortinas em vão,
acontecimentos estranhos,
sem saber eles quais são.
Cubro a cara com mais mar,
este que me dá realidade,
daquilo que vou encarar.
Ciente só um pouco,
com suficiente entendimento,
para dita complexidade.
Nem me apercebo,
mas sorrio para hoje,
enquanto me cubro
de trapos indecisos.
Passo o dia fora,
o comum geralmente
aborrece-me.
Dias airosos,
arejam-me.
Dias brilhantes,
cintilam-me.
Passo a noite dentro,
volto ao mar de sonhos.
Mais uma vez,
saio da realidade,
que começou,
com complexidade,
que acabou
com simplicidade.
O simples que
mais uma vez
complicou.
Não, muito obrigado...
Desta vez,
prefiro o mar de sonhos.
fora do mar de sonhos.
Abro as cortinas em vão,
acontecimentos estranhos,
sem saber eles quais são.
Cubro a cara com mais mar,
este que me dá realidade,
daquilo que vou encarar.
Ciente só um pouco,
com suficiente entendimento,
para dita complexidade.
Nem me apercebo,
mas sorrio para hoje,
enquanto me cubro
de trapos indecisos.
Passo o dia fora,
o comum geralmente
aborrece-me.
Dias airosos,
arejam-me.
Dias brilhantes,
cintilam-me.
Passo a noite dentro,
volto ao mar de sonhos.
Mais uma vez,
saio da realidade,
que começou,
com complexidade,
que acabou
com simplicidade.
O simples que
mais uma vez
complicou.
Não, muito obrigado...
Desta vez,
prefiro o mar de sonhos.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Roucos, Grandes, Intelectuais...Não interessa.
Penso para mim do nada,
de uma mente imprisionada,
e livre.
Sem rimas neste verso, era
suposto mais uma vez contar,
contar história contada,
de verso longo e curto,
rimada e não rimada.
Estranho em corpo imprisionado,
e livre.
Sinto-me, com e sem história, selado.
Dei conta da realidade com e sem prisões,
a fantasiar.
Entrar em cabeças, não autorizado,
formada de peças, cria complicações.
Egoismo ver só o que vejo e
não partilhar,as minhas visões.
Vejo cabeça oca, com voz rouca,
inocente, sem noções.
Vejo cabeça cheia, com voz grande,
alerta,mas com contradições e indecisões.
Vejo cabeça culta, com voz intelectual,
sábia, com filosofias e percepções.
Assustadora liberdade de pensamento,
de ver como o outro vê e não vê.
Assustador o imprisionamento,
de um pensamento pensado ,
por outra cabeça,
outrora julgado,
com indifrença, não valorizado.
Pensantes roucos,
pensantes grandes,
pensantes intelectuais.
Qual deles és?
Não interessa,
pois pensas.
Não interessa,
como,
onde,
quando,
com quem.
Como pensante de intelecto,
este poema eu escrevo.
Admito sem medo que por vezes,
sou grande e rouco.
Como intelecto,
palavras com relevo.
Como rouco,
palavras sem noção
Como grande,
palavras de contradição.
Com o meu senso comum,
uso o teu da tua cabeça,
para complementar o meu, que é livre.
Com os outros pensantes,
com as outras visões,
com os outros mundos,
faço com a minha cabeça
livre de sentença,
uma coisa simples...
...meros pensamentos.
de uma mente imprisionada,
e livre.
Sem rimas neste verso, era
suposto mais uma vez contar,
contar história contada,
de verso longo e curto,
rimada e não rimada.
Estranho em corpo imprisionado,
e livre.
Sinto-me, com e sem história, selado.
Dei conta da realidade com e sem prisões,
a fantasiar.
Entrar em cabeças, não autorizado,
formada de peças, cria complicações.
Egoismo ver só o que vejo e
não partilhar,as minhas visões.
Vejo cabeça oca, com voz rouca,
inocente, sem noções.
Vejo cabeça cheia, com voz grande,
alerta,mas com contradições e indecisões.
Vejo cabeça culta, com voz intelectual,
sábia, com filosofias e percepções.
Assustadora liberdade de pensamento,
de ver como o outro vê e não vê.
Assustador o imprisionamento,
de um pensamento pensado ,
por outra cabeça,
outrora julgado,
com indifrença, não valorizado.
Pensantes roucos,
pensantes grandes,
pensantes intelectuais.
Qual deles és?
Não interessa,
pois pensas.
Não interessa,
como,
onde,
quando,
com quem.
Como pensante de intelecto,
este poema eu escrevo.
Admito sem medo que por vezes,
sou grande e rouco.
Como intelecto,
palavras com relevo.
Como rouco,
palavras sem noção
Como grande,
palavras de contradição.
Com o meu senso comum,
uso o teu da tua cabeça,
para complementar o meu, que é livre.
Com os outros pensantes,
com as outras visões,
com os outros mundos,
faço com a minha cabeça
livre de sentença,
uma coisa simples...
...meros pensamentos.
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