Pé assente no chão,
fora do mar de sonhos.
Abro as cortinas em vão,
acontecimentos estranhos,
sem saber eles quais são.
Cubro a cara com mais mar,
este que me dá realidade,
daquilo que vou encarar.
Ciente só um pouco,
com suficiente entendimento,
para dita complexidade.
Nem me apercebo,
mas sorrio para hoje,
enquanto me cubro
de trapos indecisos.
Passo o dia fora,
o comum geralmente
aborrece-me.
Dias airosos,
arejam-me.
Dias brilhantes,
cintilam-me.
Passo a noite dentro,
volto ao mar de sonhos.
Mais uma vez,
saio da realidade,
que começou,
com complexidade,
que acabou
com simplicidade.
O simples que
mais uma vez
complicou.
Não, muito obrigado...
Desta vez,
prefiro o mar de sonhos.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Roucos, Grandes, Intelectuais...Não interessa.
Penso para mim do nada,
de uma mente imprisionada,
e livre.
Sem rimas neste verso, era
suposto mais uma vez contar,
contar história contada,
de verso longo e curto,
rimada e não rimada.
Estranho em corpo imprisionado,
e livre.
Sinto-me, com e sem história, selado.
Dei conta da realidade com e sem prisões,
a fantasiar.
Entrar em cabeças, não autorizado,
formada de peças, cria complicações.
Egoismo ver só o que vejo e
não partilhar,as minhas visões.
Vejo cabeça oca, com voz rouca,
inocente, sem noções.
Vejo cabeça cheia, com voz grande,
alerta,mas com contradições e indecisões.
Vejo cabeça culta, com voz intelectual,
sábia, com filosofias e percepções.
Assustadora liberdade de pensamento,
de ver como o outro vê e não vê.
Assustador o imprisionamento,
de um pensamento pensado ,
por outra cabeça,
outrora julgado,
com indifrença, não valorizado.
Pensantes roucos,
pensantes grandes,
pensantes intelectuais.
Qual deles és?
Não interessa,
pois pensas.
Não interessa,
como,
onde,
quando,
com quem.
Como pensante de intelecto,
este poema eu escrevo.
Admito sem medo que por vezes,
sou grande e rouco.
Como intelecto,
palavras com relevo.
Como rouco,
palavras sem noção
Como grande,
palavras de contradição.
Com o meu senso comum,
uso o teu da tua cabeça,
para complementar o meu, que é livre.
Com os outros pensantes,
com as outras visões,
com os outros mundos,
faço com a minha cabeça
livre de sentença,
uma coisa simples...
...meros pensamentos.
de uma mente imprisionada,
e livre.
Sem rimas neste verso, era
suposto mais uma vez contar,
contar história contada,
de verso longo e curto,
rimada e não rimada.
Estranho em corpo imprisionado,
e livre.
Sinto-me, com e sem história, selado.
Dei conta da realidade com e sem prisões,
a fantasiar.
Entrar em cabeças, não autorizado,
formada de peças, cria complicações.
Egoismo ver só o que vejo e
não partilhar,as minhas visões.
Vejo cabeça oca, com voz rouca,
inocente, sem noções.
Vejo cabeça cheia, com voz grande,
alerta,mas com contradições e indecisões.
Vejo cabeça culta, com voz intelectual,
sábia, com filosofias e percepções.
Assustadora liberdade de pensamento,
de ver como o outro vê e não vê.
Assustador o imprisionamento,
de um pensamento pensado ,
por outra cabeça,
outrora julgado,
com indifrença, não valorizado.
Pensantes roucos,
pensantes grandes,
pensantes intelectuais.
Qual deles és?
Não interessa,
pois pensas.
Não interessa,
como,
onde,
quando,
com quem.
Como pensante de intelecto,
este poema eu escrevo.
Admito sem medo que por vezes,
sou grande e rouco.
Como intelecto,
palavras com relevo.
Como rouco,
palavras sem noção
Como grande,
palavras de contradição.
Com o meu senso comum,
uso o teu da tua cabeça,
para complementar o meu, que é livre.
Com os outros pensantes,
com as outras visões,
com os outros mundos,
faço com a minha cabeça
livre de sentença,
uma coisa simples...
...meros pensamentos.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
São só notas musicais
Um remix de mais um classico de House Progressivo, que aprecio bastante :D
Ricky L feat. Mc K - Born Again ( Balearic Soul Party Mix )
"I was born in a system that doesn't give a f*ck about you, nor me, nor the life..."
Ricky L feat. Mc K - Born Again ( Balearic Soul Party Mix )
"I was born in a system that doesn't give a f*ck about you, nor me, nor the life..."
sábado, 17 de abril de 2010
A natureza áspera da rebeldia.
Acho que é rebeldia,
que mesmo com o tempo
parece que não amacia.
A rebeldia que erradia,
com uma atitude baldia.
Deixa-la ser rebelde,
é a sua natureza.
Tentar mudar o seu molde,
na sua eminente solidez.
Deixa-a com maneira de genica,
em paz, que nada ninguém fez.
Nestes tempos novos,
algo que a rebeldia,
sempre teve e fez.
Precoce ou tardia,
pra' ela não há
dia de talvez.
Voz da consciência
um dia para mim disse,
"Não a contraries,
pois maior tornasse
o seu rebelião."
Mais eu traia a minha
consciência, maior a
sua sublevação.
que mesmo com o tempo
parece que não amacia.
A rebeldia que erradia,
com uma atitude baldia.
Deixa-la ser rebelde,
é a sua natureza.
Tentar mudar o seu molde,
na sua eminente solidez.
Deixa-a com maneira de genica,
em paz, que nada ninguém fez.
Nestes tempos novos,
algo que a rebeldia,
sempre teve e fez.
Precoce ou tardia,
pra' ela não há
dia de talvez.
Voz da consciência
um dia para mim disse,
"Não a contraries,
pois maior tornasse
o seu rebelião."
Mais eu traia a minha
consciência, maior a
sua sublevação.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Lugar em que vivo ás vezes.
De todas as
mudanças
De todos os
momentos,
De todos os
desejos.
Vivo ás vezes
nos meus próprios
pensamentos,
Vivo ás vezes
nos meus própios
versejos,
Vivo ás vezes
nos meus próprios,
lugarejos.
Os momentos passei
em diferentes cantos.
Lugares que desejei,
parte sem encantos.
Penso como não-pensante,
agora mais rápido
um que encante.
Lugar com constante,
beleza discreta,
Esse, ao mesmo tempo,
consegue ser inconstante.
Diferente é o lugar,
que me faz mudar,
que me faz pensar,
que me faz desejar.
A maneira de viver
a vida arteira que,
Vivo ás vezes.
mudanças
De todos os
momentos,
De todos os
desejos.
Vivo ás vezes
nos meus próprios
pensamentos,
Vivo ás vezes
nos meus própios
versejos,
Vivo ás vezes
nos meus próprios,
lugarejos.
Os momentos passei
em diferentes cantos.
Lugares que desejei,
parte sem encantos.
Penso como não-pensante,
agora mais rápido
um que encante.
Lugar com constante,
beleza discreta,
Esse, ao mesmo tempo,
consegue ser inconstante.
Diferente é o lugar,
que me faz mudar,
que me faz pensar,
que me faz desejar.
A maneira de viver
a vida arteira que,
Vivo ás vezes.
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