Penso para mim do nada,
de uma mente imprisionada,
e livre.
Sem rimas neste verso, era
suposto mais uma vez contar,
contar história contada,
de verso longo e curto,
rimada e não rimada.
Estranho em corpo imprisionado,
e livre.
Sinto-me, com e sem história, selado.
Dei conta da realidade com e sem prisões,
a fantasiar.
Entrar em cabeças, não autorizado,
formada de peças, cria complicações.
Egoismo ver só o que vejo e
não partilhar,as minhas visões.
Vejo cabeça oca, com voz rouca,
inocente, sem noções.
Vejo cabeça cheia, com voz grande,
alerta,mas com contradições e indecisões.
Vejo cabeça culta, com voz intelectual,
sábia, com filosofias e percepções.
Assustadora liberdade de pensamento,
de ver como o outro vê e não vê.
Assustador o imprisionamento,
de um pensamento pensado ,
por outra cabeça,
outrora julgado,
com indifrença, não valorizado.
Pensantes roucos,
pensantes grandes,
pensantes intelectuais.
Qual deles és?
Não interessa,
pois pensas.
Não interessa,
como,
onde,
quando,
com quem.
Como pensante de intelecto,
este poema eu escrevo.
Admito sem medo que por vezes,
sou grande e rouco.
Como intelecto,
palavras com relevo.
Como rouco,
palavras sem noção
Como grande,
palavras de contradição.
Com o meu senso comum,
uso o teu da tua cabeça,
para complementar o meu, que é livre.
Com os outros pensantes,
com as outras visões,
com os outros mundos,
faço com a minha cabeça
livre de sentença,
uma coisa simples...
...meros pensamentos.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
São só notas musicais
Um remix de mais um classico de House Progressivo, que aprecio bastante :D
Ricky L feat. Mc K - Born Again ( Balearic Soul Party Mix )
"I was born in a system that doesn't give a f*ck about you, nor me, nor the life..."
Ricky L feat. Mc K - Born Again ( Balearic Soul Party Mix )
"I was born in a system that doesn't give a f*ck about you, nor me, nor the life..."
sábado, 17 de abril de 2010
A natureza áspera da rebeldia.
Acho que é rebeldia,
que mesmo com o tempo
parece que não amacia.
A rebeldia que erradia,
com uma atitude baldia.
Deixa-la ser rebelde,
é a sua natureza.
Tentar mudar o seu molde,
na sua eminente solidez.
Deixa-a com maneira de genica,
em paz, que nada ninguém fez.
Nestes tempos novos,
algo que a rebeldia,
sempre teve e fez.
Precoce ou tardia,
pra' ela não há
dia de talvez.
Voz da consciência
um dia para mim disse,
"Não a contraries,
pois maior tornasse
o seu rebelião."
Mais eu traia a minha
consciência, maior a
sua sublevação.
que mesmo com o tempo
parece que não amacia.
A rebeldia que erradia,
com uma atitude baldia.
Deixa-la ser rebelde,
é a sua natureza.
Tentar mudar o seu molde,
na sua eminente solidez.
Deixa-a com maneira de genica,
em paz, que nada ninguém fez.
Nestes tempos novos,
algo que a rebeldia,
sempre teve e fez.
Precoce ou tardia,
pra' ela não há
dia de talvez.
Voz da consciência
um dia para mim disse,
"Não a contraries,
pois maior tornasse
o seu rebelião."
Mais eu traia a minha
consciência, maior a
sua sublevação.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Lugar em que vivo ás vezes.
De todas as
mudanças
De todos os
momentos,
De todos os
desejos.
Vivo ás vezes
nos meus próprios
pensamentos,
Vivo ás vezes
nos meus própios
versejos,
Vivo ás vezes
nos meus próprios,
lugarejos.
Os momentos passei
em diferentes cantos.
Lugares que desejei,
parte sem encantos.
Penso como não-pensante,
agora mais rápido
um que encante.
Lugar com constante,
beleza discreta,
Esse, ao mesmo tempo,
consegue ser inconstante.
Diferente é o lugar,
que me faz mudar,
que me faz pensar,
que me faz desejar.
A maneira de viver
a vida arteira que,
Vivo ás vezes.
mudanças
De todos os
momentos,
De todos os
desejos.
Vivo ás vezes
nos meus próprios
pensamentos,
Vivo ás vezes
nos meus própios
versejos,
Vivo ás vezes
nos meus próprios,
lugarejos.
Os momentos passei
em diferentes cantos.
Lugares que desejei,
parte sem encantos.
Penso como não-pensante,
agora mais rápido
um que encante.
Lugar com constante,
beleza discreta,
Esse, ao mesmo tempo,
consegue ser inconstante.
Diferente é o lugar,
que me faz mudar,
que me faz pensar,
que me faz desejar.
A maneira de viver
a vida arteira que,
Vivo ás vezes.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Meio-poema, a minha inteira verdade.
Às vezes, falamos algo a alguém com um significado, as pessoas entendem,ouvem, interpretam de uma maneira diferente, da qual era suposto entender. Tem vezes que entendemos só metade, sem termos conhecimento inteiro da outra metade, as duas metades, fazem a verdade. A minha, a tua, a nossa, a vossa, a de quem?
De uma meia-mensagem ouvida, fiz um poema inteiro, que para mim diz, a mesma ou diferente verdade, da vossa...ou talvez metade.
Dos meus poemas eu sei,
Dos meus poemas eu falo,
Falam do que interpretei,
Falam por mim quando calo.
Poetizam aquilo que sinto,
Senti e sentirei.
Meio-poema
existente,
Costumo dizer, quem cala,
consente.
Meia-palavra
existente,
Costumo pensar quem fala
diz “meiamente”,
involuntariamente,
Meia-verdade omitente.
A minha meia-verdade,
nao vem poeticamente.
Vem sim, verdadeiramente
de mim, pessoalmente.
Com meia-verdade,
vem meio-desentendimento,
vem meio-interpretamento,
Do teu ou meu inteiro,
pensamento?
Do teu ou meu inteiro,
conhecimento?
Do meu inteiro,sim,
sentimento...
Escrevo as minhas poesias,
com inteiro significado.
A mensagem que pensarias,
pode não ser a mesma que,
outrora haverias pensado.
A mensagem que pensarias,
pode não ser a mesma que,
tem verdadeiro significado.
Lêem as minhas poesias,
com o vosso significado dado.
Interpretação das minhas ,
palavras p’ra ti diferente.
P’ra mim, a minha verdade,
entendida na minha mente.
P’ra ti a tua verdade,
que a ti não te mente.
A minha inteira verdade,
é minha inteiramente.
A minha meia-verdade,
é de quem não sabe,
da outra meia realmente.
De uma meia-mensagem ouvida, fiz um poema inteiro, que para mim diz, a mesma ou diferente verdade, da vossa...ou talvez metade.
Dos meus poemas eu sei,
Dos meus poemas eu falo,
Falam do que interpretei,
Falam por mim quando calo.
Poetizam aquilo que sinto,
Senti e sentirei.
Meio-poema
existente,
Costumo dizer, quem cala,
consente.
Meia-palavra
existente,
Costumo pensar quem fala
diz “meiamente”,
involuntariamente,
Meia-verdade omitente.
A minha meia-verdade,
nao vem poeticamente.
Vem sim, verdadeiramente
de mim, pessoalmente.
Com meia-verdade,
vem meio-desentendimento,
vem meio-interpretamento,
Do teu ou meu inteiro,
pensamento?
Do teu ou meu inteiro,
conhecimento?
Do meu inteiro,sim,
sentimento...
Escrevo as minhas poesias,
com inteiro significado.
A mensagem que pensarias,
pode não ser a mesma que,
outrora haverias pensado.
A mensagem que pensarias,
pode não ser a mesma que,
tem verdadeiro significado.
Lêem as minhas poesias,
com o vosso significado dado.
Interpretação das minhas ,
palavras p’ra ti diferente.
P’ra mim, a minha verdade,
entendida na minha mente.
P’ra ti a tua verdade,
que a ti não te mente.
A minha inteira verdade,
é minha inteiramente.
A minha meia-verdade,
é de quem não sabe,
da outra meia realmente.
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