Às vezes, falamos algo a alguém com um significado, as pessoas entendem,ouvem, interpretam de uma maneira diferente, da qual era suposto entender. Tem vezes que entendemos só metade, sem termos conhecimento inteiro da outra metade, as duas metades, fazem a verdade. A minha, a tua, a nossa, a vossa, a de quem?
De uma meia-mensagem ouvida, fiz um poema inteiro, que para mim diz, a mesma ou diferente verdade, da vossa...ou talvez metade.
Dos meus poemas eu sei,
Dos meus poemas eu falo,
Falam do que interpretei,
Falam por mim quando calo.
Poetizam aquilo que sinto,
Senti e sentirei.
Meio-poema
existente,
Costumo dizer, quem cala,
consente.
Meia-palavra
existente,
Costumo pensar quem fala
diz “meiamente”,
involuntariamente,
Meia-verdade omitente.
A minha meia-verdade,
nao vem poeticamente.
Vem sim, verdadeiramente
de mim, pessoalmente.
Com meia-verdade,
vem meio-desentendimento,
vem meio-interpretamento,
Do teu ou meu inteiro,
pensamento?
Do teu ou meu inteiro,
conhecimento?
Do meu inteiro,sim,
sentimento...
Escrevo as minhas poesias,
com inteiro significado.
A mensagem que pensarias,
pode não ser a mesma que,
outrora haverias pensado.
A mensagem que pensarias,
pode não ser a mesma que,
tem verdadeiro significado.
Lêem as minhas poesias,
com o vosso significado dado.
Interpretação das minhas ,
palavras p’ra ti diferente.
P’ra mim, a minha verdade,
entendida na minha mente.
P’ra ti a tua verdade,
que a ti não te mente.
A minha inteira verdade,
é minha inteiramente.
A minha meia-verdade,
é de quem não sabe,
da outra meia realmente.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
São só notas musicais
Ralf GUM ft. Kafele - Complicated (Raw Artistic Soul VDub Mix)
"Complicateeddddddd...."
Ralf Gum feat Concha Buika - Nobody can touch Me
"Nobody can touch me..."
terça-feira, 30 de março de 2010
Transcendência da Razão
Dou passos á frente,
incontáveis eles são.
Ele chega num repente,
esse é o passo da razão.
Reflexão de pensamentos,
faze-me querer recuar,
da atitude com perdimentos,
da atitude sem chão,
da atitude com perdida razão.
Dou um só passo atrás,
tento dar outros mais.
Perco-me nos erros,
daqueles os quais,
nunca te arrependerás.
Com eles sim aprenderás,
a não pisar chão
a não agir,
com atitudes sem razão.
Faço com um passo,
o passo faz o faço.
Não desfaço com o passo,
desfaço sim com o contrapasso.
Passo dado de oposição
de uma presente lição,
com uma atitude,
agora mais matura,
que mais perdura,
agora com chão...
Nasce a verdadeira,
Razão
incontáveis eles são.
Ele chega num repente,
esse é o passo da razão.
Reflexão de pensamentos,
faze-me querer recuar,
da atitude com perdimentos,
da atitude sem chão,
da atitude com perdida razão.
Dou um só passo atrás,
tento dar outros mais.
Perco-me nos erros,
daqueles os quais,
nunca te arrependerás.
Com eles sim aprenderás,
a não pisar chão
a não agir,
com atitudes sem razão.
Faço com um passo,
o passo faz o faço.
Não desfaço com o passo,
desfaço sim com o contrapasso.
Passo dado de oposição
de uma presente lição,
com uma atitude,
agora mais matura,
que mais perdura,
agora com chão...
Nasce a verdadeira,
Razão
domingo, 28 de março de 2010
A Arte de um Sorriso
As obras de arte que vejo,
são diferentes daquelas que vês.
Um esboço de sorriso, agora talvez,
na tua cara em que facilmente prevês,
aquela obra prima, vinda de um bosquejo.
Prego essa peça á memória,
como se na parede fosse.
O sorriso escultório,
que tenho comigo,
mas não de minha posse.
De todas as obras de arte,
as mais preciosas coleccionei.
A peça que brilha e não parte,
que veio de um bosquejo comum.
Reluz como sorriso mais nenhum,
a Arte do Sorriso, é a obra,
que nunca venderei.
são diferentes daquelas que vês.
Um esboço de sorriso, agora talvez,
na tua cara em que facilmente prevês,
aquela obra prima, vinda de um bosquejo.
Prego essa peça á memória,
como se na parede fosse.
O sorriso escultório,
que tenho comigo,
mas não de minha posse.
De todas as obras de arte,
as mais preciosas coleccionei.
A peça que brilha e não parte,
que veio de um bosquejo comum.
Reluz como sorriso mais nenhum,
a Arte do Sorriso, é a obra,
que nunca venderei.
terça-feira, 23 de março de 2010
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