O mais novo dos dias deixou,
aquela intrigante essência
que jamais esqueço.
Confundo-o com concupiscência,
Sensação que não fenece,
A confusão que enlouquece,
Deixa-me agora do avesso.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Lugar da satisfação...
Eu saí à rua para brincar,
e caí num lugar,
lugar esse que não tinha espaço para mim,
Então em detalhe mostrado,
realizei-me que afinal de contas
esse mesmo espaço,
Para mim tinha sido arrojado.
Claro ou escuro
Profundo ou superficial,
Interessa sim o que nele está,
o que nele cabe,
para além do essencial.
Conteúdo de medo na escuridão,
Raio de esperança
penetra profundezas,
quando a luz entra.
Já na superfície visível,
ares de alívio preenchem agora,
aquele antigo vazio, com satisfação.
e caí num lugar,
lugar esse que não tinha espaço para mim,
Então em detalhe mostrado,
realizei-me que afinal de contas
esse mesmo espaço,
Para mim tinha sido arrojado.
Claro ou escuro
Profundo ou superficial,
Interessa sim o que nele está,
o que nele cabe,
para além do essencial.
Conteúdo de medo na escuridão,
Raio de esperança
penetra profundezas,
quando a luz entra.
Já na superfície visível,
ares de alívio preenchem agora,
aquele antigo vazio, com satisfação.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Só pensamentos...
E eu pensava...que nao ia achar a definição. Algo agridoce, com uma mistura de nostalgia satisfatória. Deixa-me dividido.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Novos terrenos...
As verdades que desconhecemos assustam, apesar de despertarem aquela curiosa dúvida criada pelo desconhecido e pelo receio de descobrir uma nova sensação, onde podemos depois caracterizar o que se sente e então sim, se conseguirmos, aceitar a verdade.
Ás vezes, pisar terreno que não se conhece pode ser curioso e divertido, mas controverso quando tropeçamos nos nossas próprias emoções indefinidas ou baralhadas. Sempre que tropeço, não me arrependo, costumo antes dizer, que me arrependo do que não faço, pois é sempre mais uma lição que aprendo, mais uma definição de algo que era indefinido, menos um arrependimento admitido pelo meu ego.
Agora vejo á minha frente, um terreno cheio de novas sensações indefinidas em que tenho curiosidade de conhecer e reconhecer, com curiosidade de descobrir.
Ás vezes, pisar terreno que não se conhece pode ser curioso e divertido, mas controverso quando tropeçamos nos nossas próprias emoções indefinidas ou baralhadas. Sempre que tropeço, não me arrependo, costumo antes dizer, que me arrependo do que não faço, pois é sempre mais uma lição que aprendo, mais uma definição de algo que era indefinido, menos um arrependimento admitido pelo meu ego.
Agora vejo á minha frente, um terreno cheio de novas sensações indefinidas em que tenho curiosidade de conhecer e reconhecer, com curiosidade de descobrir.
Subscrever:
Mensagens (Atom)