sábado, 16 de janeiro de 2010
Só pensamentos...
E eu pensava...que nao ia achar a definição. Algo agridoce, com uma mistura de nostalgia satisfatória. Deixa-me dividido.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Novos terrenos...
As verdades que desconhecemos assustam, apesar de despertarem aquela curiosa dúvida criada pelo desconhecido e pelo receio de descobrir uma nova sensação, onde podemos depois caracterizar o que se sente e então sim, se conseguirmos, aceitar a verdade.
Ás vezes, pisar terreno que não se conhece pode ser curioso e divertido, mas controverso quando tropeçamos nos nossas próprias emoções indefinidas ou baralhadas. Sempre que tropeço, não me arrependo, costumo antes dizer, que me arrependo do que não faço, pois é sempre mais uma lição que aprendo, mais uma definição de algo que era indefinido, menos um arrependimento admitido pelo meu ego.
Agora vejo á minha frente, um terreno cheio de novas sensações indefinidas em que tenho curiosidade de conhecer e reconhecer, com curiosidade de descobrir.
Ás vezes, pisar terreno que não se conhece pode ser curioso e divertido, mas controverso quando tropeçamos nos nossas próprias emoções indefinidas ou baralhadas. Sempre que tropeço, não me arrependo, costumo antes dizer, que me arrependo do que não faço, pois é sempre mais uma lição que aprendo, mais uma definição de algo que era indefinido, menos um arrependimento admitido pelo meu ego.
Agora vejo á minha frente, um terreno cheio de novas sensações indefinidas em que tenho curiosidade de conhecer e reconhecer, com curiosidade de descobrir.
sábado, 2 de janeiro de 2010
Ano velho decresce, Ano novo que já cresce...
Tenho de admitir que esta passagem para um novo ano, foi boa e diferente de maneira inexplicável. A verdade é que todos os dias e todos os anos vivemos e experienciamos algo diferente e na transição de um ano para o outro fiquei com uma sensação que ainda tenho, como se fosse uma ansiedade prazerosa, que dá vontade de abraçar, sorrir e gritar de felicidade todas as vezes que respiramos fundo.
Só depois do ano novo,
é que preciso de escrever,
Sei que aquelas vibrações quentes,
agora fazem definir o meu querer.
Ondas vibrantes que parecem agora ser,
emoções cálidas transcendentes.
Dez coisas vou agora contar,
Nove palavras posso ter se quiser neste grande verso,
Oito sabores de algo novo para saborear,
Sete menos o oito, o nove , e o dez
Seis na contagem em que alicerço,
Cinco é agora a mesma coisa que contar, ao revés,
Quatro já fechamos os olhos com,
Três desejos mágicos que pedimos,
Dois pestanejares já com um tom de,
Um Ano Novo, que agora começa...
Antes do ano novo,
ainda nada tinha escrito,
As vibrações ainda eram frias,
Não defeniam um novo querer,
nem a sensação de...
De acabar este verso,
que vocês mesmo podem acabar,
E alicerça-lo com a vossa nova,
jornada de novas emoções.
Só depois do ano novo,
é que preciso de escrever,
Sei que aquelas vibrações quentes,
agora fazem definir o meu querer.
Ondas vibrantes que parecem agora ser,
emoções cálidas transcendentes.
Dez coisas vou agora contar,
Nove palavras posso ter se quiser neste grande verso,
Oito sabores de algo novo para saborear,
Sete menos o oito, o nove , e o dez
Seis na contagem em que alicerço,
Cinco é agora a mesma coisa que contar, ao revés,
Quatro já fechamos os olhos com,
Três desejos mágicos que pedimos,
Dois pestanejares já com um tom de,
Um Ano Novo, que agora começa...
Antes do ano novo,
ainda nada tinha escrito,
As vibrações ainda eram frias,
Não defeniam um novo querer,
nem a sensação de...
De acabar este verso,
que vocês mesmo podem acabar,
E alicerça-lo com a vossa nova,
jornada de novas emoções.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Só pensamentos
O sentimento corre sem estar vendado, quando se fala de distância, a saudade tenta por uma venda...mas não consegue.
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